Vamos falar de solidão:
Na sua casa nunca mais entrei, mas decorei com exatidão todas as coisas como eu deixei. Versos jogados pelo chão. Lembranças do que não presenciei. Mas decorei com exatidão, como o passado que eu mesmo criei. E tudo que eu posso oferecer são minhas palavras pra você, no plágio de uma bela melodia. E tudo que eu quero te dizer, eu já cansei de escrever: quero te ver enquanto não é dia. Mas, diz por que tu vais embora? Mas, diz por que tens tanto medo? Se não acorda cedo, nem trabalha, estuda ou namora, mas diz por que chegou a hora. Agora que eu venci meu medo. Te peguei pelos dedos para dançar enquanto o sol demora; para chegar trazendo aurora. E a luz que cega e me dá medo, e como um torpedo, deslizo, e voo num mar de lençóis. E cada dobra conta histórias e de muitas delas sinto medo. São muitos enredos. Enrolados e embriagados como nós (tão a sós, como nós, tão a sós). Quando você não esperar vai doer e eu sei como vai doer e vai passar, como passou por mim e fazer com que se sinta assim, como eu sinto, como eu vejo, como eu vivo, como eu não canso de tentar, eu sei que vai ouvir, eu sei que vai lembrar, vai rezar pra esquecer, vai pedir pra esquecer, mas eu não vou deixar, eu não vou deixar. Porque você insiste em dizer que ainda existe vida sem você? E eu não quero lembrar do que eu fui pra você (uma simples distração pra você esquecer). Eu não quero lembrar que chegamos ao nosso fim. Eu não quero lembrar que eu vou acordar, sabendo que meus olhos não vão te encontrar. Eu não quero lembrar que tudo acabou pra mim. Vou te esquecer, vou te esquecer. Porque você insiste em dizer que ainda existe vida?
Lucas Silveira.   (via personificar-se)

Mas ninguém se preocupou em saber como eu estava.


Olha, não te procurei, não sinto sua falta. Não se ilude achando que é orgulho não.


Você, menina, ainda consegue me tirar o sono. Por isso sempre foi tão superior até mesmo em silêncio. As outras me levaram pra cama, mas você sempre me levou pra loucura, pra saudade. Eu não sei ser o seu herói, porque você ainda não teve tempo suficiente pra me ensinar a voar nos seus braços ocupados em outras bagunças por aí. Você, menina, me tira da realidade e me leva pra calamidade.
Lucas Guerrero, Você. (via querido—john)

A gente não faz ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido.
O Diário de Anne Frank. (via epicedio)

E me pergunto quantos corações aquele sorriso já partiu.
A culpa é mesmo das estrelas?   (via sutilizar-se)

Eu nunca pensei que você seria aquele a segurar o meu coração, mas você apareceu e me tirou do chão desde o começo.
Christina Perri  (via epdemic)

— Eu acho que eu estou gostando de você.
— Você quer dizer, como amiga?
— Não… eu quero dizer de verdade. Porque você é a pessoa mais bacana que eu já conheci, e nem ao menos precisa se esforçar para isso…
— Na verdade, eu me esforço bastante.
 Fazendo Meu Filme.    (via involuntus)